The pirate bay atrás das grades


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The pirate bay

Involução. Prender os responsáveis pelo The Pirate Bay, maior servidor de torrents no mundo, é um passo para o retorno ás trevas. Batman – o cavaleiro das trevas fez mais de uma bilha em bilheterias. E estamos falando de dólares meu amigo! Guitar Hero 3 é um dos games mais vendidos da história tendo passado á linha das cem mil cópias vendidas. Axé líder, aquela porcaria, lotou um Mineirão inteiro de gente suada, cantando e dançando ao som de um “brulum bum bum” do inferno. Isso tudo, com o Pirate Bay, sorridente e funcionando á anos.

Você pode sim baixar um filme ou wathever na internet antes de sair no cinema, ou nas lojas, porém, as pessoas continuam comprando. Claro que continuam. Mas não no ritmo industrial de antes. E graças á sites como o The Pirate Bay, hoje a série Lost é assistida em vários continentes… ao MESMO TEMPO. Graças aos torrents, muitos também vindos da Suécia, podemos ouvir aquele bluezinho legal que adoramos, mas não achamos pra comprar.

iPhone, iPod, esse seu celular que toca MP3 não está no seu bolso com essa maravilhosa utilidade porque você tem pilhas de CDs em casa, e nem mesmo porque paga uma nota pra baixar UM MP3ZINHO na Apple Store (que nem vende de tudo para o Brasil, diga-se). Essa tecnologia que qualquer um tem em mãos hoje, está como está porque existem os downloads de música pela internet. E SONY, a Motorola a Nokia , a LG e até a Apple AMAM a pirataria por conta disso. Porque eles vendem produtos para quem baixa na internet.

Mas com certeza, os caras dos direitos autorais, que só querem saber da grana estão adorando isso. Mas como todo louco, sempre acha que a maluquisse dele é o reflexo da realidade do mundo. Comprarei um camisa do Pirate Bay agora.

Carousel: Philips


Em 1999 muita gente saiu babando do cinema após ver os (na época) excelentes efeitos “Bullet time” do filme The Matrix. Depois dele muitos filmes andaram copiando e aprimorando a idéia, de Homem-aranha á V de vingança passando por Swordfish – a senha. Mas nada até hoje tinha sido tão completo quanto a nova campanha da Philips. Em Carousel criado pela Tribal DDB de Amsterdã e dirigida por Adam Berg podemos passear em câmera lenta por um local invadido por ladrões fantasiados de palhaços (como deve ser mesmo, não é?) e com a policia invadindo o local. E o melhor de tudo é que no final ainda tem uma “surpresa” da história. Genial, simplesmente genial.

Acesse o site da campanha e assista ao vídeo.

E assista aqui o making off

Lula no South Park


A prova de que Lula “é o cara” na terra de Obama veio a público ontem. Com seus característicos barba e cabelo grisalhos, o presidente virou personagem de South Park.

No episódio, intitulado “Pinewood Derby”, Stan mata um alienígena que ele acreditava ser perigoso e a polícia espacial vem verificar o que aconteceu. Para evitar o impasse galáctico, autoridades do mundo todo entram em cena, como o presidente da França, Nicolas Sarkozy, a chanceler alemã, Angela Merkel, o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown – e Lula”.

Sem comentários.

Via Omelete

Tomb Raider Underworld

A Crystal Dynamics encarnou o Chris Nolan. Se a warner precisou chamar o diretor de Amnésia para poder reformular (e salvar) a franquia de Batman nos cinemas, a Eidos fez bem em jogar a série Tomb Raider na mão dos norte-americanos.

E eis que surge Tomb Raider Underworld. Depois de ter o game reformulado em Tomb Raider Legends e obter sucesso de crítica e de vendas a Crystal Dynamics repetiu a dose na nova série da Lara Croft. Montou um roteiro de deixar os filmes no chinelo e deu conta de criar cenas de ação fantásticas, além de dar um belo tapa no visual e colocar efeitos de luz e sujeira formidáveis.

Para os fãs mais antigos da série (como eu), podem encontrar alguns defeitos, como os “problemas” serem ridículamente fáceis de serem solucionados e uma leve impressão de estar jogando Super Mario World as vezes, de tanto que se pula de um lado para outro em paredes de determinadas fases. Nem de longe os dois últimos episódios batem aquela dor de cabeça que se tinha de sair do lugar nos dois primeiros da série. E não existe mais a sensação de estar perdido como antes.

Porém, a ação que ficou escassa em vários outros títulos da série foi elevada a enézima potência, e o roteiro ficou muito mais cinematográfico do que em qualquer outro. Parece que a reformulação veio fazer isso, deixar o mundo de Tomb Raider menos cabeçudo e com mais ação, afinal, é um jogo de adventure. Eu particularmente gostei da mudança pois o primordial, que é a exploração do ambiente continua por lá. E é esse lado Indiana Jones que faz o barato do jogo.

Ah, Underworld ainda ganha pontos por ser o primeiro game que vejo, que começa pelo meio, com a mansão de Lara pegando fogo (com você dentro) e seus companheiros querendo te matar. Só depois de algumas horas de jogo que você realmente fica sabendo o que está acontecendo. Palmas para quem criou esse prelúdio.

Nota: 8,5

The Hurt Locker

A diretora Kathryn Bigelow foi responsável por um clássico do início da década de 1990: Caçadores de emoção. Sim, aquele filme dos surfistas assaltantes. Agora a ex-mulher do midas James Cameron está de volta com algo que promete, o filme ação-documental The Hurt Locker, que além de sair direto em DVD no Brasil essa semana ganha o nome “político” Guerra ao Terror.

Estranho, mas o longa, super bem cotado em vários festivais de cinema lá fora, não parece elevar o americanismo A lá George W. Bush. Esse povo que dá nome pra filme…

No elenco estão Jeremy Renner (O assassinato de Jesse James…) , Guy Pearce (Amnésia) e Ralph Fiennes (Na mira do chefe)

Chris Cunningham e o novo comercial da Gucci

Chris Cunningham é um daqueles diretores estilosos, tipo Spike Jonze e Michel Gondry. Não por acaso já falei dele por aqui um tempo atrás e seu DVD da linha The Work of. Por isso, nada melhor que uma linha de produtos com estilo como a Gucci chamar o cara para promover sua nova investida no mercado.

Simples, porém armônico, e os efeitos nas flores são o máximo e sem efeito especial.

Veja um dos clips dirigidos por Cunningham para o Aphex Twin, não menos estiloso e psicodélico.

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